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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Beba água com estômago vazio.

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.

Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido...

Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:

Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, todas as doenças oculares, obstinação e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.


Método de tratamento:

1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se devem comer ou beber nada durante 2 horas.

5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.

6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutarem de uma vida mais saudável.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar freqüentemente.

É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.

Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.

Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar!


Para quem gosta de beber água fria.

Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.

Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.

É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.


Nota muito grave - perigoso para o coração

As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.

Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.

Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.

60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor maxilar pode despertar de um sono profundo...

Sejamos cuidadosos e vigilantes.

Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...

Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, podem ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.


domingo, 5 de setembro de 2010

Pé Diabético, uma grave condição médica que pode ser evitada

A prevenção é o melhor tratamento para quem tem o problema e para se evitarem amputações.

O Pé Diabético é o termo dado às complicações que ocorrem nos pés dos pacientes diabéticos, como ulcerações, infecções e amputações. Estes agravantes constituem uma grave condição médica que merece muita atenção dos próprios pacientes, já que 15% deles desenvolvem úlcera (ferimento) na região e um subgrupo significativo é submetido a amputações.

Segundo a endocrinologista Isabel André Carvalho, a diabetes é a principal causa de amputação não-traumática dos membros inferiores e a duração da doença por um período de tempo acima de 10 anos é mais um fator de risco. “Os indivíduos com diabetes mellitus com mais de 10 anos de duração, e principalmente aqueles que mantém um controle glicêmico inadequado, estão mais predispostos a desenvolver complicações microvasculares como neuropatias sensoriais e autonômicas”, explica.

As neuropatias são um grupo de disfunções no sistema nervoso periférico que podem afetar virtualmente todas as fibras nervosas do corpo, como nervos sensoriais e motores. “A neuropatia sensorial interfere com mecanismos protetores normais e permite ao paciente suportar traumatismos significativos que acometem o pé. E a neuropatia autonômica resulta em anidrose (ausência de suor) e fluxo sanguíneo superficial alterado do pé, o que promove ressecamento da pele e a formação de fissuras”, classifica a endocrinologista.

Estes fatores, somados com uma biomecânica (aspectos físicos das articulações e ossos) anormal do pé, doença arterial periférica, cicatrização precária das feridas e um controle glicêmico feito de forma incorreta fazem com que o pé do paciente diabético seja tão vulnerável a complicações.

E uma vez machucado, o pé de um diabético pode trazer sérias consequências ao paciente, pois a hiperglicemia altera a resposta imunológica e facilita a colonização e crescimento de uma ampla variedade de microorganismos naquele ferimento, podendo ser agravadas de acordo com a condição do paciente, como explica Dra. Isabel. “A associação com a doença arterial periférica (DAP) dificulta a resolução de pequenas soluções de continuidade na pele e reduz o fluxo sanguíneo da lesão, favorecendo a isquemia (ausência de fluxo sanguíneo) e cronificação”, acrescenta. Por isso, o melhor tratamento do Pé Diabético, sem dúvidas, é a prevenção.

Prevenção

O paciente diabético deve ser submetido ao exame sistemático do pé, realizado pelo profissional de saúde que vai orientá-lo sobre os cuidados necessários: inspeção diária dos pés, proteção e higiene diária dos pés a fim de manter a pele limpa e a escolha adequada do calçado, que deve ser comprado a tarde, quando o pé está inchado.

Caso um ferimento ocasional ocorra, o que o paciente deve fazer é consultar o profissional de saúde quando detectar anormalidades dos pés e evitar a auto-medicação. “A auto-medicação pode piorar a lesão retardar o tratamento, aumentando o risco de amputação. As úlceras mais graves podem exigir antibioticoterapia e até o desbridamento (corte da membrana afetada) cirúrgico”, alerta a endocrinologista. Neste momento, a atenção a outros fatores de risco como tabagismo, hipertensão arterial e principalmente o controle glicêmico aprimorado são importantes.

por Amanda Neco

Fonte: Med Plan.com.br

sábado, 21 de agosto de 2010

Período de frio aumenta risco de infarto

Coração frio

Períodos de temperaturas mais frias estão relacionados com um aumento no risco de infartos agudos do miocárdio, de acordo com um estudo feito na London School of Hygiene & Tropical Medicine, no Reino Unido.

Os pesquisadores verificaram que uma redução em 1º C na temperatura externa em um dia esteve associada com cerca de 200 infartos a mais do que a média anual.

A pesquisa, publicada no British Medical Journal, foi feita a partir da análise de dados de 84 mil pacientes admitidos em hospitais com episódios de infarto entre 2003 e 2006. Os dados foram comparados com temperaturas diárias das regiões em que eles moravam. Foram avaliadas 15 áreas na Inglaterra e no País de Gales.

Risco de infarto no frio

Os resultados foram ajustados para levar em conta fatores como poluição do ar, episódios de gripe, sazonalidade e tendências de longo prazo.

O estudo identificou uma associação da redução em 1º C na temperatura média diária com um aumento cumulativo de 2% no risco de infartos por um período de 28 dias.

O maior risco foi observado em até duas semanas após a exposição à temperatura mais baixa. Segundo os cientistas, o aumento no risco pode parecer pequeno, mas em uma região como o Reino Unido, em que ocorrem cerca de 146 mil infartos por ano, mesmo uma pequena elevação resulta em um impacto significativo.

"Não observamos um aumento no número de infartos em temperaturas mais elevadas, possivelmente porque a temperatura no Reino Unido não costuma ser muito alta, em termos globais. Mas os resultados do estudo indicam que o risco aumenta com a queda de temperatura mesmo no verão", disse.

Cuidados com os idosos

Segundo Bhaskaran, mais estudos são necessários para verificar quais medidas poderiam ser adotadas de modo a evitar o aumento no risco de casos de infarto agudo do miocárdio, tais como aconselhar a população, especialmente os mais idosos, a vestir roupas adequadas às temperaturas mais reduzidas ou manter suas residências aquecidas.

"Pessoas mais velhas, com idades entre 75 e 84 anos, e indivíduos com histórico de doenças cardiovasculares aparentemente estão mais vulneráveis aos efeitos das reduções de temperatura", disse Krishnan Bhaskaran, principal autor do estudo.

Fonte: Diário da Saúde

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Suplemento alimentar em excesso pode afetar órgãos vitais


Os Estados Unidos, a FDA (agência norte-americana que regulamenta a produção de medicamentos e alimentos) alerta aos consumidores que não usem a substância. Conhecida por sua ação como acelerador de queima de calorias, a efedrina é vendida em lojas de suplemento alimentar, em academias de ginástica e pela internet. Segundo estudo divulgado pela Associação Médica Americana no início deste ano, a efedrina provocou a morte de cinco pessoas, outras cinco tiveram problemas cardíacos, 11 sofreram acidente vascular e quatro consumidores tiveram ataques de epilepsia. No esporte, seu uso é considerado doping.

E engana-se o consumidor de suplemento alimentar que se considera protegido pelo rótulo do produto. Muitos deles não indicam a presença de efedrina. “Você pode estar tomando sem saber”, alerta a nutricionista Marcela Ferreira, do Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul). Ou, ainda, no caso dos importados, há embalagens sem informações em português, como manda a lei.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) alega que faz inspeções periódicas por amostragem e que não tem como verificar a totalidade dos produtos oferecidos no mercado. O órgão atua mediante denúncia por telefone ao Disque Saúde (tel. 0800-611997) ou feita às vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, diz Antônia Aquino, gerente de produtos especiais da agência.

Anabolizantes no suplemento

E a bomba é ainda maior do que se imagina. A Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva denuncia a presença de anabolizantes esteróides em suplementos alimentares importados sem a devida indicação no rótulo. “Esses produtos estão sem controle e à venda para quem quiser comprar”, diz o cardiologista e ex-presidente da sociedade Tales de Carvalho.

Para quem não sabe, os anabolizantes esteróides, cuja venda sem receita médica é proibida, prometem deixar o atleta “bombado”. Porém trata-se de droga indicada apenas para mulheres na pós-menopausa com perda de massa óssea ou atrofia muscular progressiva. “Fora isso, são indicados para pessoas com desnutrição severa, provocada por doenças como hepatite crônica, câncer ou Aids”, explica o professor de fisiologia do movimento Paulo Zogaib, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Acne é o efeito colateral mais leve da droga, que pode provocar de arritmia cardíaca a aumento do LDL (colesterol “ruim”) e esterilidade.

Nem mesmo os produtos liberados para a venda são totalmente inofensivos quando consumidos aleatoriamente. Os suplementos alimentares devem ser usados com indicação específica e sob a orientação de um médico ou nutricionista, Aos 18 anos de idade, o segurança Vagner Cavalcanti Valentim, 30, diz que procurou orientação em revistas especializadas sobre o suplemento que o deixaria “mais forte”. “Comecei a usar hiperprotéicos com 2.000 calorias em cada dose. Tive diarréia logo no primeiro mês porque não estava acostumado. Diminuí a dosagem e consegui o efeito que queria”, diz ele, que hoje mantém a forma física à base de sessões de musculação e do consumo de proteínas e aminoácidos.

“O nosso grande problema é a falta de profissionalismo no ramo. Tem muito cacareco no mercado que o pessoal toma sem indicação. O consumo indiscriminado e excessivo dos suplementos sobrecarrega os rins e o fígado, podendo provocar sérias lesões nesses órgãos e efeitos colaterais, como dor de cabeça e de estômago, náuseas, aumento da gordura total e localizada, insônia, taquicardia e retenção desordenada de líquidos.

Uma alimentação saudável supre e atende a maior parte dos requisitos necessários para a prática de esportes. “Nenhuma grande modificação ocorre com o uso dessas substâncias”, acrescenta o traumatologista e fisiologista Victor Matsudo, integrante da Comissão de Nutrição Esportiva do Comitê Olímpico Internacional (COI).

A auxiliar administrativa Luciana Ferreira Braga, 25, que queria perder peso, mas não conseguia só com dietas e malhação, partiu para os queimadores de gordura. “Por indicação do meu marido, que é instrutor. Tinha 63 quilos e emagreci cinco, ficando com um corpo legal. Depois que parei, eu relaxei e acabei engordando dez quilos”, lamenta.

Quase anabolizantes

Existe um grupo específico de suplemento que recebe um alerta dos especialistas. São os chamados pró-hormônios, caso do DHEA (dehidroepiandrostero na), que estimula a produção de testosterona pelo organismo.

“Os pró-hormônios causam uma “salada química” no organismo, chegando a ser responsáveis também por casos de ginecomastia (aumento das mamas masculinas)”, diz Zogaib. São considerados precursores dos anabolizantes por terem a mesma base. Apesar disso, o consumo dos pró-hormônios ainda não foi proibido. “A pessoa acha que não está tomando anabolizantes, mas está”, completa Zogaib.

Não há dados oficiais, mas os profissionais da área estimam que a faixa etária dos consumidores fique entre os 16 e os 35 anos, os quais, em sua maioria, freqüentam academia. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos apontou que 70% dos praticantes de atividades físicas tomam algum tipo de suplemento.

Direitos Autorais: www.educacaofisica.com.br

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A prática de atividade física e o ciclo menstrual


A prática de atividade física pode ser uma grande aliada para combater as dores e as cólicas, mas é preciso saber adequar os treinos aos períodos menstruais. Quando se fala de ciclo menstrual, o que vem na mente são suas complicações, como dor de cabeça, inchaço e cólicas, originárias da TPM (Tensão Pré-Menstrual). Se tratando de mulheres que praticam corrida, esses desconfortos geram algumas dúvidas de como relacionar a prática do esporte com o seu ciclo. A mais comum deles é sobre como adequar o treinamento para “aqueles dias”, quando é normal a queda no rendimento.

“Pode haver uma queda no desempenho da atleta durante os treinamentos ou durante a corrida, principalmente na fase pré-menstrual. Nesse período, a mulher tende a se sentir mais cansada, acumular mais água, e, por isso, essa queda é normal”, explicou Maíta Poli de Araújo, ginecologista, doutora em medicina pela UNIFESP e médica do Ambulatório de Ginecologia do Esporte da UNIFESP.


O melhor período

Um ciclo menstrual de 28 dias é dividido em quatro fases: menstruação (1º ao 4º dia), pós-menstrual (5º ao 11º dia), intermenstrual (12º ao 22º dia) e pré-menstrual (23º a 28º). É no período pós-menstrual que o corpo da mulher está mais “forte” fisicamente, por isso, ele pode ser considerado o mais produtivo para as atletas.

“Nesse período pós-menstruação, há uma melhora no desempenho da corredora, por causa do aumento da quantidade de estrogênio. A circulação melhora, e o metabolismo fica mais forte”, explicou Maíta. “Eu me sinto realmente melhor para correr depois desse período. Fico muito mais animada e sinto que meu desempenho melhora”, declarou Caroline Cruz, 22, estudante.
A treinadora Simone Machado, diretora técnica da Simone Machado Assessoria Esportiva, acredita que essa percepção de melhora também ocorre devido ao período anterior, quando a atleta tem mais dificuldade para treinar. “A sensação de melhora também tem relação com o sofrimento que a atleta teve no período de menstruação, com as dores, inchaço etc. Com o alívio da pós-menstruação, ela se sente melhor para correr”, disse.


Como lidar com as dores

Uma questão importante para as mulheres é saber lidar com as dores e desconfortos pré-menstruais, e evitar que elas interfiram no treino. Mas qual é a melhor decisão a tomar? Ficar de molho em casa até que as dores passem ou praticar um treinamento mais leve?

“Essa questão de dores e desconforto é algo bem pessoal. Cada mulher tem a sua individualidade. Se percebo que a atleta não conseguirá praticar o exercício de forma correta, indico que descanse até que se sinta melhor para correr”, orientou Simone. “Se as dores forem suportáveis e a corredora conseguir praticar o esporte, aconselho uma diminuição no ritmo, com exercícios mais leves. Nesse período, a progesterona deixa as articulações mais frouxas, a mulher se sente mais fraca para praticar o esporte e corre o risco de lesão, por ficar mais frágil fisicamente”, completou Maíta.
Mas isto tudo não pode ser um motivo para deixar de correr, principalmente porque a prática de exercícios físicos pode ser um grande aliado para combater as dores pré-menstruais. “Indico sempre quem sente cólica que continue a correr, pois essa atividade ajuda na liberação de endorfina, diminuindo a dor. Outra coisa pouco falada, mas que ajuda muito, é a exposição à luz solar. Praticar atividade ao ar livre, no lugar da academia, dá mais animo à mulher e também combate os desconfortos pré-menstruais”, explicou Maíta.
“Sofro de cólicas fortes há muito tempo, e sempre controlei com remédio. Depois que passei a correr, senti uma melhora muito maior nesse período pré-menstrual. Aliando o remédio com o esforço físico, minhas dores diminuíram consideravelmente”, declarou Carolina. “Posso dizer por mim mesma. Pratico esporte desde muito cedo e nunca sofri de cólica. Acredito que haja uma relação nisso, pois algumas alunas também sentem menos desconforto praticando o esporte”, concordou Simone.


O que evitar

Um cuidado que as mulheres devem ter no período pré-menstrual é com a alimentação, principalmente aquelas que costumam “atacar” as guloseimas. “Neste período, muitas mulheres sentem vontade de comer mais açúcar e abusam dos doces e chocolates. É preciso evitar o excesso de açúcar e produtos com cafeína, e dar sempre preferência a bebidas como sucos e água. Chás também não fazem tão bem nesse período”, explicou Maíta de Araújo.

Texto publicado por Fausto Fagioli Fonseca. Academia wall street fitness.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Cuidado com contaminação nas academias.

Quando você vai à academia, você lava as mãos antes e depois de utilizar um equipamento? Leva seu próprio colchonete para exercícios no solo? Usa apenas toalhas limpas que você mesmo levou e só bebe água da sua garrafinha?

Se você respondeu “não” a alguma das situações acima, você pode acabar com uma das muitas infecções cutâneas que podem se desenvolvem rapidamente em instalações atléticas. Autores de uma cartilha sobre o assunto nos Estados Unidos alertam que as infecções na pele representam mais de metade dos surtos de doenças infecciosas que ocorrem entre os participantes em esportes de alto rendimento.

Qualquer pessoa – seja atleta profissional ou apenas “de final de semana” – está propensa a fungos, infecções virais e bacterianas na pele. O suor e o contato direto ou indireto com lesões e secreções de outras pessoas tornam a pele vulnerável a uma série de problemas.

Pé de atleta, furúnculos, herpes são as doenças contagiosas mais comuns nesses ambientes. Apesar de não muito sérias, elas devem ser tratadas logo para evitar complicações. A bactéria Staphylococcus aureus, porém, é muito perigosa – por ser resistentes a vários antibiótico, entre eles a penicilina – e também pode ser encontrada nesses locais.

Kyle Frey, um lutador norte-americano de 21 anos, teve de passar cinco dias no hospital, além de se submeter a uma cirurgia e a um pesado tratamento com antibióticos para se curar. No início, ele achou que fosse apenas uma alergia e não deu muita bola ao que parecia ser uma espinha. Com o passar do tempo, a “espinha” piorou e ele foi diagnosticado com a bactéria, cuja taxa de mortalidade de seus infectados chega a 34% em apenas 30 dias.

Para evitar que casos como o de Kyle Frey aconteça com você, não é necessário um esforço do outro mundo, como explica o instrutor da Universidade da Carolina do Norte, Steven Zinder. “É tudo questão de bom senso. Você precisa manter seu corpo e seu equipamento limpo”, ensina Zinder. “Você nunca sabe quem utilizou o equipamento pela última vez em uma academia. Pode ser um terreno fértil para estes grandes erros, alguns dos quais são bastante desagradáveis”, completa.

Ele ainda lembra que todo cuidado é pouco nas academias e que até mesmo as roupas usadas na atividade física devem receber tratamento especial para a prevenção de eventuais doenças. “Você deve tomar banho na academia com um sabão antibacteriano e água em todo o corpo. Quanto às roupas, é melhor ter dois sacos, um só para roupas limpas e outro separado para carregar a roupa suja”, aconselha Zinder. [The New York Times]


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pedalar faz bem.

10 motivos para você pedalar já!

Andar de bike emagrece, modela as pernas, melhora o fôlego, alivia o stress e deixa a gente feliz. O melhor é que, além de fazer bem para o corpo e para a cabeça, preserva o meio ambiente e garante um futuro melhor. Então, força no pedal: use a bicicleta como meio de transporte alternativo e descubra um jeito delicioso de entrar em forma e salvar o planeta.

Sabe aquele dilema: “É melhor casar ou comprar uma bicicleta?” Se quer ficar em forma, levantar o astral e colaborar com o planeta, aposte na segunda opção. Pedalar é tudo de bom para deixar o corpo malhado e a mente tranqüila. Sem contar que a bike não polui o ambiente e não faz barulho, garantindo um mundo melhor.

Apesar de ter que driblar carros, ônibus e poluição, você chega ao destino final disposta e feliz. E não precisa pedalar quilômetros e quilômetros para obter benefícios. Indo de bike até a padaria diariamente, por exemplo, seu fôlego melhora e você ganha mais ânimo. Além disso, cada pedalada representa uma contribuição e tanto para a economia de poluentes na atmosfera. Portanto, tire a bicicleta da garagem e também adote essa idéia. Você vai notar que o mundo de cima de uma bike é muito mais divertido.

Pronto para experimentar?

1. Emagrece
Andar de bike é um exercício aeróbico, portanto queima calorias. O valor exato varia de acordo com o peso, a altura, a idade e o ritmo de cada pessoa. Mas a média é de 400 calorias por hora (para uma mulher com 60 quilos).

2. Aumenta o fôlego
Quando você mexe o corpo, todo o organismo, especialmente os músculos pedem por oxigênio, que é o catalisador que transforma a glicose
em energia. Aí os pulmões são obrigados a trabalhar mais rápido para garantir o suprimento dessa substância e a expulsão do gás carbônico (o resultado tóxico da reação). Quem pedala habitua os pulmões a essa sobrecarga.

3. Deixam as pernas torneadas.
A musculatura dessa região é bem solicitada durante a pedalada. Resultado: coxas firmes e panturrilhas trabalhadas. O aumento de massa muscular, no entanto, é discreto – nada que se iguale a um treino de musculação. Mas como andar de bike também queima o excesso de gordura, a definição fica evidente.

4. Exercita a cabeça
O momento em que você está em cima da bike é aquele em que as grandes idéias surgem. Esse fato tem tudo a ver com o exercício. Fazer uma atividade aeróbica regular gera uma melhora significativa da memória e de outras habilidades mentais. Porém, isso regride quando você pára de se exercitar.

5. Economiza dinheiro
Ao trocar o carro pela bike, você deixa de gastar uma tremenda grana com combustível. Isso significa um bom saldo na conta bancária.

6. Alivia o stress
Como qualquer outro exercício, pedalar estimula a produção de endorfina, neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar. Ou seja: ao final da pedalada, você vai ganhar uma tremenda disposição para enfrentar o dia-a-dia.

7. Ajuda a salvar o planeta
Um dos gases responsáveis pelo efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2 ). E a maior parte dele vem da queima de combustíveis. Esse gás, quando presente na atmosfera, forma uma barreira, impedindo que a radiação solar refletida pela superfície da Terra volte para o espaço – criando, assim, o efeito de uma estufa. Com isso, as temperaturas do ar, dos oceanos e dos lagos aumentam e as funções dos ecossistemas começam a mudar. Segundo especialistas, já existe um volume de CO2 na atmosfera que vai afetar a nossa vida por mais de 100 anos. Ao andar de bike, você não lança dióxido de carbono, ajudando a reduzir as concentrações do gás e deixando o planeta menos poluído.

8. Previne doenças
Se pesquisar a respeito das vantagens de praticar um esporte regularmente, vai perder alguns dias de tantos estudos que existem... Quem pedala mantém o organismo ativo e não deixa que vários mecanismos enferrugem. Você fica resistente a várias doenças, como osteoporose e problemas cardíacos.

9. Driblam os congestionamentos
A bicicleta é o segundo meio de transporte mais rápido nas grandes cidades na hora do rush, perdendo apenas para a moto. Mas é preciso ficar atenta às normas de segurança para circular no meio do trânsito (veja no site).

10. Facilita conhecer a cidade
Presa dentro do carro, você nem imagina quanta coisa bacana é possível encontrar nas ruas e avenidas da região onde mora. Sentada na bicicleta, além de sentir aquele vento gostoso no rosto, que dá sensação de liberdade, seu campo de visão se amplia e você consegue visualizar melhor o ambiente.

Fernando Duarte - Cref 1 - RG 032454 G/RJ

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A Caminhada e seus benefícios

A caminhada é considerada ideal para aquela pessoa sedentária que resolveu começar uma atividade física. Lembre-se de antes de começar uma atividade física, mesmo a caminhada, é necessário fazer uma avaliação médica e procurar orientações de um profissional de educação física. Vamos listar alguns de seus diversos benefícios:

- Emagrecimento. A caminhada aliada a uma boa alimentação pode ajudar a emagrecer, já que é um exercício aeróbio. Queima calorias e, conseqüentemente, ajuda no controle do peso.

- Auxilia no controle do colesterol e da diabete. A caminhada propicia um melhor condicionamento cardiovascular e pode ajudar a reduzir as taxas de colesterol ruim (LDL e o VLDL). Além disso, pode reduzir os níveis de glicose e melhorar a ação da insulina no corpo.

- Melhora o humor. Deixa a pessoa mais vigorosa e ativa, pois garante a oxigenação do cérebro e, se feito com freqüência, libera a endorfina, que também é chamado de hormônio do bem estar, promovendo uma sensação de prazer, disposição e uma maior animação para a vida. Além disso, você pode usar o tempo da caminhada para refletir sobre seus projetos, sua vida.

- Deixa os ossos mais fortes. As atividades físicas tornam os ossos mais fortes, especialmente a caminhada, já que o grande trabalho se dá nos membros inferiores que sustentam todo o peso do corpo.

- Fortalece os músculos. Fortalece principalmente os músculos dos membros inferiores e isso pode contribuir, inclusive, a ter uma postura melhor, corrigindo aqueles vícios de má postura e sendo vital para quem sente dores na coluna. É importante ficar atento para a forma correta de se caminhar.

- Melhora a respiração. A caminhada contribui para estimular os pulmões e isso, juntamente com outros benefícios, melhora o condicionamento físico e conseqüentemente, melhora a respiração, já que oxigena as células do corpo.

- Aumenta a circulação do sangue. Isso contribui para o controle da hipertensão arterial e também para diminuição do risco de varizes.

- Melhora a imunidade do corpo. Exercícios feitos regularmente influenciam na imunidade do organismo.

- Ajuda a dormir melhor. A caminhada, assim como a maioria das atividades físicas, pode contribuir para uma boa noite de sono, inclusive para aquelas pessoas que possuem problemas de insônia.

- Diverte. Isso mesmo! Depois que a caminhada torna-se um hábito, você se diverte praticando-a, além de poder fazer novas amizades “de caminhada” e faz você se sentir mais relaxada e mais animada para as outras tarefas da sua vida

Então, anime-se, vista uma roupa apropriada, um bom calçado e caminhe para o seu sucesso. Não se esqueça de hidratar-se.

Por Fernando Duarte. Cref 1 RG 032454 - G/RJ

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sedentarismo, livre-se desse mal.

Mova-se, o seu corpo agradece

O sedentarismo, associado a hábitos poucos saudáveis e dietas calóricas, aumenta as possibilidades de doenças

A tecnologia veio para facilitar a vida do homem. Mas, ao mesmo tempo deixou praticamente todas as pessoas mais preguiçosas. O controle remoto da TV evita que alguém se desloque até o aparelho para mudar de canal, aumentar e diminuir o som. O vidro elétrico, a direção hidráulica e o câmbio automático dos automóveis dão mais agilidade e conforto ao dirigir, porém, privam o motorista de esforçar-se para mudar as marchas, virar o volante e abrir e fechar os vidros.

São pequenas mudanças da vida moderna, que estamos tão habituados que sequer percebemos que a cada dia ficamos mais acomodados.

Esse processo vem ocorrendo há pelo menos meio século. O desenvolvimento tecnológico está afastando progressivamente o homem do movimento. Resultado: sedentarismo, doenças à vista...

O corpo e o organismo do ser humano estão estruturados para se mexer. Sem movimentos os músculos atrofiam e ao longo dos anos, tarefas simples, como abaixar para pegar um objeto no chão, cortar as unhas dos pés, ou amarrar os cadarços dos sapatos tornam-se quase um desafio. Com articulações e músculos fora de forma, outras partes começam a reclamar. O coração é uma delas.

Se comparado ao ritmo de vida de gerações passadas, a média de batimentos cardíacos por minuto, hoje, é menor que antes. E a conseqüência disso, entre outros problemas, é o elevado número de pessoas jovens com hipertensão, obesidade e cardiopatias.

Sabe como reverter o quadro? Mexa-se. O ideal é começar a fazer alguma atividade física com o acompanhamento de um profissional. Mas se não tiver tempo ou dinheiro tente mudar seus hábitos no dia-a-dia. Desça do ônibus um ou dois pontos antes de seu percurso e complete-o caminhando; no escritório ou no apartamento suba pelo menos dois andares pela escada; deixe o carro na garagem ou estacione mais longe para poder andar mais; não pense tanto no controle remoto e desloque-se até o televisor para mudar de canal, etc. Procure um profissional de educação física para orientá-lo e inicie suas atividades, quanto mais cedo, melhor.

Essas são apenas algumas dicas para você que realmente quer cuidar de sua saúde, lembrando que este é apenas o primeiro e pequeno passo no combate ao sedentarismo.

Por Fernando Duarte.

sábado, 17 de julho de 2010

Café da manhã rico em proteínas pode ajudar no controle de peso.

Crianças e adolescentes que comem ovos ficam mais saciados ao longo do dia. Acrescentar mais proteínas ao café da manhã das crianças e adolescentes pode ajudar a controlar o peso dos jovens, segundo estudo recentemente publicado no International Journal of Obesity. De acordo com pesquisadores da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, um em três americanos está acima do peso, o que aumenta significativamente seus riscos de desenvolver diversos problemas de saúde.

Entretanto o novo estudo mostra que só o fato de os jovens comerem ovos no café da manhã pode ajudar a combater esse problema de saúde pública, ao deixá-los mais saciados durante o dia, reduzindo seu consumo de calorias.

Na pesquisa, os especialistas examinaram o impacto de uma dieta rica em proteínas no café da manhã de adolescentes que tradicionalmente pulavam essa refeição. E descobriram que, quando os jovens tinham a primeira refeição do dia repleta de proteínas, eles sentiam menos fome e comiam aproximadamente 130 calorias a menos no almoço.

“Observamos que tomar o café da manhã, independentemente da composição, leva a um aumento na sensação de saciedade. Entretanto, quando os adolescentes tomavam um café da manhã rico em proteínas, eles também experimentavam uma redução na fome, maximizando os efeitos benéficos da refeição", destacou a pesquisadora Heather J. Leidy.

“Este estudo apóia descobertas similares em adultos, que mostraram que, quando os adultos tomam um café da manhã contendo alimentos como proteínas de alta qualidade, incluindo ovos e bacon ?magro? canadense, eles tinham uma maior sensação de saciedade durante todo o dia, comparados a quando as proteínas eram ingeridas no almoço ou no jantar", acrescentou a especialista.

Outro estudo que mostra resultados similares foi recentemente publicado no Journal of Pediatrics. Segundo os autores, adolescentes muito obesos que seguiram uma dieta rica em proteínas e pobre em carboidratos apresentaram menor índice de massa corporal após 13 semanas e maior capacidade de manter a perda de peso após seis meses, comparados àqueles com dieta apenas de restrição de gordura. Além disso, a dieta rica em proteínas foi associada a uma maior perda de gordura e queda dos níveis de triglicérides.

“Essas descobertas são importantes porque armam os jovens e seus familiares com um conselho prático que pode ser implementado em casa", disse Heather Leidy. "Alimentos ricos em proteínas, como ovos, podem manter as pessoas satisfeitas por mais tempo, ajudando-as a consumir menos calorias durante todo o dia", concluiu.

A nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella, ressalta a importância de se ter um cardápio com proteínas: "As proteínas obtidas através dos alimentos desempenham diversas funções no organismo. Elas estão envolvidas na reparação do tecido corporal, na formação de enzimas, hormônios, anticorpos, no transporte de triglicérides, colesterol e vitaminas pelo corpo. Isso tudo sem falar da energia que elas oferecem para mantermos o esqueleto em pé. A cada grama de proteína, você pode contar com a energia de 4 calorias a mesma quantidade fornecida pelos carboidratos."

Isso quer dizer que se você cortar esse nutriente do cardápio, você vai causar um rebuliço no seu organismo. As proteínas participam de processos metabólicos importantes. Sem elas, as funções dos aminoácidos podem ficar comprometidas.

Por isso que diversos estudos se propõem a investigar os benefícios das proteínas. Um dos mais recentes estudos envolvendo o nutriente foi feito pelo Institute for Aging Research, nos EUA, onde os pesquisadores descobriram que idosos que consomem uma dieta rica em proteína são menos propensos a sofrer fraturas de quadril do que idosos cuja ingestão diária deste nutriente é menor.

Por Minha Vida